The Blood Of Olympus
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Fichas de Reclamação

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Fichas de Reclamação

Mensagem por Aphrodite em Qua Jun 11, 2014 10:30 pm

ficha de reclamação

Bem vindo, campista! Era de se esperar que estivesse confuso com suas descobertas do novo mundo dos semi-deuses, por isso estamos aqui para ajudar. Para descobrirmos de quem você é filho, é necessário que você realize uma ficha de reclamação. Nem sempre você será aceito, mas não desista.

O modelo da ficha pode ser encontrado no final deste post. Todos os campos devem estar preenchidos corretamente, ou sua ficha será negada. Tome cuidado com os erros de ortografia e coerência, eles contam bastante na avaliação. Sugerimos que revise seu texto no Word. Não esqueça de usar a criatividade! Poste sua ficha nesse tópico mesmo.

Lembre-se que esse teste não valerá para os Três Grandes (Zeus, Poseidon e Hades), seus filhos devem passar por um teste mais rigoroso.

Qualquer dúvida, podem falar com a Administração a qualquer momento.

Código:
<center><div style="width: 500px; height: 200px; -moz-border-radius: 70px 70px 70px 70px; -webkit-border-radius: 70px 70px 70px 70px; background-image: url(IMAGEM E OU GIF AQUI);"></div><div style="width: 500px; padding: 5px; border-bottom: 5px solid transparent; -moz-border-radius: 0px 0px 0px 0px; -webkit-border-radius: 0px 0px 0px 0px; font-family: journal; font-size: 90px; color: #8EE5EE; letter-spacing: 0px; text-align: center;">Ficha de Reclamação</div><div style="width: 500px; height: auto; padding: 10px; background-color: none; font-family: Calibri ; font-size: 12px; color: #8EE5EE; letter-spacing:auto; text-align: justify; overflow: none;">
♠ Nome do Personagem:
♠ Nome do Photoplayer:
♠ Progenitor:
♠ Idade:
♠ Personalidade:
♠ Características Físicas:
♠ Escolha dois presentes de reclamação:
♠ Narre como chegou ao Acampamento: (mínimo 15 linhas)</div><div style="width: 500px; padding: 5px; border-top: 5px solid #8EE5EE; -moz-border-radius: 0px 0px 0px 0px; -webkit-border-radius: 0px 0px 0px 0px; background-color: none; font-family: Calibri ; font-size: 14px; color: #8B8386; letter-spacing: 1px; text-align: center;"> </div>[url=http://lefabulousgraphics.forumeiros.com/][size=10]LFG@[/size][/url]</center>


Última edição por Aphrodite em Seg Jun 23, 2014 2:39 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Dylan S. Pierce em Sab Jun 21, 2014 10:25 am

Ficha de Reclamação

♠ Nome do Personagem: Dylan Santiago Pierce.

♠ Nome do Photoplayer: Aaron Johnson.

♠ Progenitor: Filhos de Hipnos.

♠ Idade: 17 Anos.

♠ Personalidade e Características Físicas:

Dylan é um garoto cujos cabelos são negros como a noite e os olhos azuis como o céu durante o dia. Sua pele é branca como as nuvens e, embora tenha os músculos um tanto definidos, possui cerca de um metro e setenta. Seu corpo é composto de uma ou outra tatuagem, mas estas não são vísiveis, ou pelo menos não ficam a maior parte do tempo. Tranquilo, pensativo e bastante sonhador. O garoto nunca se arriscou em sair em uma aventura de verdade, apenas em sonhos, jogos e histórias. Por maior que seja sua dificuldade com a leitura, sempre gostou de ler um livro ou outro. Na escola, não é um cara muito esperto mas, devido ao hábito de leitura, sempre conseguiu manter as notas medianas ou próximo a isso. Gosta bastante de ficar sozinho mas nunca nega uma companhia a qual possa conversar e passar o tempo.

♠ Escolha dois presentes de reclamação: x-x-x

♠ Narre como chegou ao Acampamento:

30 de Julho de 1996.

A mulher possuía gotículas de suor em sua testa, fazendo com que os cabelos de sua franja ficassem levemente grudados ali. Seus gritos faziam os quadros da casa estremecerem e seu marido ficar cada vez mais preocupado. Um filho, um bastardo, um caso fora do casamento. Algo que iria fazer sua mulher se arrepender pelo resto da vida, ou talvez não. “Tudo depende da importância que você dá”.

Não demorou muito para que os membros presentes ali na sala ouvissem o choro do recém nascido. Um garoto. Os olhos azuis como o do suposto pai porém, com os cabelos negros e sedosos como sua mãe. Tudo estava indo bem, bem até demais e não demorou para que as enfermeiras presentes naquele quarto percebessem que a mãe daquele jovem garoto estava inerte em sua cama. Quando o pai da criança presenciou a mesma cena, segundo depois, teve de tomar uma decisão que sabia que teria de ser definitiva.

Tomado pelo ódio, pela raiva e pela mágoa por ser traído por aquela que tanto amava, o homem saiu carregando o bastardo em seus braços, enrolado apenas em uma manta de cor azul celeste e o deixou na calçada de uma igreja. Sem bilhete, sem descrição, assim como sem nenhum pedido de ajuda. Ele o havia abandonado. Ele havia sido o primeiro, mas não o último.

14 de abril de 2002.

O jovem Dylan estava voltando da escola, que ficava na mesma rua que a igreja, onde poucos anos antes o garoto havia sido deixado por um viúvo desesperado. Desde então, os padres haviam se sensibilizado com a história e vinham cuidando do garoto.

Ao atravessar uma das poucas ruas que separavam sua escola de sua “casa” o garoto sentiu alguém lhe chamando. Parou subitamente e olhou para um lado e para o outro. Ninguém. Por mais que coisas estranhas já tivessem acontecido com ele, ouvir coisas não estava incluído no pacote. Ignorou o som a pouco ouvido e continuou sua caminhada como se nada houvesse acontecido.

Um novo som. O mesmo chamado. O garoto parou e olhou novamente, não havia absolutamente ninguém. Continuou sua caminhada e quando passou em frente a uma ruela o som invadiu seus tímpanos novamente e dessa vez ele sabia para onde olhar. Seus olhos lhe entregaram o autor de tantos chamados misteriosos. Um homem. Ao qual, o garoto sentia uma certa lembrança mas nada além disso, apenas como uma impressão.

Lembrando-se que não deveria socializar com estranhos, o garoto continuou caminhando em direção a igreja. Novos chamados vieram mas dessa vez, foram ignorados pelo garoto que apenas aumentava o passo em resposta.

6 de dezembro de 2007.

O Natal se aproximava e com ele a ansiedade para ganhar presentes. Toda criança fica ansiosa em épocas como o natal. Todos menos Dylan. Morar em uma igreja tem seus benefícios porém, não todos. O garoto de então onze anos iria se mudar no dia do natal. Seria como um presente a uma família que sempre buscou um filho e que nunca o conseguira. Um presente da igreja para doadores da fé. Pobres homens que vivem para acreditar que um Deus possa realizar seus mais secretos desejos em troca de moedas de vinte e cinco centavos.

Isso era ótimo para os padres, para o casal mas, péssimo para Dylan. Embora o garoto tivesse de viver sobre rédeas curtas, ele se sentia bem ali. Suas maiores lembranças estavam guardas ali e infelizmente tudo seria arrancado dele, assim como seus pais e assim como todo o resto de sua vida.

25 de dezembro de 2007.

Os padres decidiram arrumar logo as coisas do garoto para que quando o casal chegasse, não houvesse mais perda de tempo. Todos estavam ansiosos, menos Dylan. O garoto estava triste e amuado em um canto nos fundos da igreja olhando para o nada e pensando em uma forma de pelo menos uma vez na sua vida ter algo estável. Impossível. Assim como não sabia quem era sua verdadeira família iria passar mais tempo ainda longe da verdade com essa nova.

- Dylan, hora de ir, filho. - Era o Padre Frederick, o favorito do garoto pelo simples motivo de poder ficar conversando e comer doces mesmo quando os outros padres diziam ser errado.

O mais novo assentiu o seguiu até a entrada da igreja, onde os outros padres já aguardavam a chegada do casal com suas bagagens. Dylan foi acolhido por abraços e beijos de despedida, assim como fora acolhido por seus novos pais quando chegaram.

Uma nova vida o aguardava mas o que ele mais queria era poder voltar aos primórdios.

11 de setembro de 2011.

Ensino médio. O momento da sua vida em que se decide o que são loucuras e se realmente quer enfrentá-las de cara. Para o jovem Dylan, não fora nenhum pouquinho diferente. Fã de várias bandas de rock conhecidas e também de um bom cigarro de maconha, o garoto frequentava as mais diversas festas. Horas pela música, pela droga ou simplesmente pelas garotas.

Amigos não lhe faltavam, eram muitos até. Se sentia o popular dentre muitos, não tão disposto mas isso não o fazia inferior. Nesse momento de sua vida, os livros e o estudo decidiram dar espaço para outras coisas e devo informar que o sexo era uma das principais.

Seus pais, logicamente, não aprovavam nada do que se passava na vida ocultada pelo filho mas, temiam reclamar com o garoto ou por ele de castigo e de repente perdê-lo.

Mas, nessa época de mudanças, as coisas estranhas voltam a acontecer. Ou será que elas realmente haviam parado?

Pessoas na rua começam a chamá-lo com mais frequência, sonhos estranhos, sensações também estranhas e tudo isso já estava começando a afetar o garoto. Seu grande medo seria que alguém descobrisse. E como todos os medos das pessoas, isso iria acontecer numa época não tão distante.

4 de junho de 2014

Um dia de tempestade. Não só no tempo mas também na mente. Um temporal capaz de devastar tudo. Dylan acordara cedo naquele dia, estava sem sono mas o cansaço lhe causava náuseas. Levantou-se e caminhou para o banheiro em busca de um bom e longo banho capaz de lhe tirar todo o torpor.

Quando desceu as escadas para tomar café da manhã, se deparou com sua mãe e seu pai adotivos parados na sala conversando com um homem portador de alguma deficiência, ou seja, um cara em uma cadeira de rodas. Ele se aproximou e o homem sorriu para ele surpreendendo-o ao reconhecê-lo de um de seus sonhos esquisitos.

- Olá Dylan, sou Quíron. - O homem falou fazendo com que todos na sala virassem em sua direção.

- Er... Oi. - Respondeu o garoto ainda com o pé atrás.

- Esperamos muito para dizer-lhe isso e chegou a hora. Aqui não é mais o seu lugar. - O homem continuou. - Você não é quem pensa, seu pai é um deus garoto e você tem sangue divino correndo em suas veias.

Sangue divino? Filho de um deus? O garoto não estava entendendo nada.

- O que quer dizer com isso?

- Quero lhe dizer que você é um meio sangue. E seu lugar é com outros jovens iguais a você.

- Onde fica isso? - O garoto perguntou por último.

- Acampamento meio sangue.


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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Aphrodite em Sab Jun 21, 2014 10:38 am



"FICHA RECLAMADA♠"


"
Só vou ressaltar um ponto, poderia ter um monstro ai né? Mas fora isso
sua narração foi boa. Bem Vindo filho de Hipnos ^^ "





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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Silena Vodianova em Ter Jun 24, 2014 3:07 pm

Ficha de Reclamação

♠ Nome do Personagem: Silena Vodianova
♠ Nome do Photoplayer: Demi Lovato
♠ Progenitor: Ares
♠ Idade: 15 anos
♠ Personalidade: Silena é dona de uma personalidade forte, é muito arrogante, bruta, possui um ego enorme, e acha que todo o mundo gira em torno dela.  Mais isso ficou um pouco escondido depois dela chegar ao acampamento, digamos que ela ficou mais sociável com a companhia de outros semideuses.

♠ Características Físicas: Silena é dona de um corpo escultural, com busto  e quadris avantajados, contudo não é muito alta. Seus cabelos são negros e ondulados, mais ela sempre está a muda-lo. Tem pele branca e bronzeada, com pequenas sardas em torno do nariz, e seus olhos são castanhos escuros, mais quando ela está irritada ganham um tom vinho.

♠ Escolha dois presentes de reclamação:

Ω - Soqueira: Você é filho de Ares mesmo? Então você sabe como socar. Soqueira feita de bronze celestial para combate corpo-a-corpo. Como você teve coragem de quebrar a cara do sujeito, ao usar a soqueira você irá irá receber um adicional de +5~+10, a depender do seu adversário. Se for mais forte que você, recebe +10; se for mais fraco, recebe apenas +5.
Ω - Óculos Escuros: Não te deixa bacana e nem te deixa mais legal. Apenas irá te fornecer dados contra o seu adversário.

♠ Narre como chegou ao Acampamento:

Como a maioria dos semideuses, Silena não teve uma vida glamourosa. Tudo começou em 8 de maio de 1998, em uma noite trágica em meio de uma guerra, Silena nascia. Sua mãe estava feliz por escutar seu choro, mais os gritos de desespero a sua volta a deixava angustiada. Então ela tomou uma decisão inevitável para protege-la, ela deu sua filha para um desconhecido e morreu com uma bala na cabeça. Mais tarde ela iria descobrir, que o estranho que a salvou não era qualquer um que sua mãe encontrará, e sim seu pai, Ares.

Ela foi deixada em um orfanato sujo e desorganizado em Nova York, e lá ela cresceu junto a outros pobre coitados sem família alguma. Silena não era o tipo de garota que gostava de todo mundo, que era social e simpática...pelo contrário, ela era e ainda é muito arrogante, bruta como um javali, amedrontadora e bastante revoltada por ser desse jeito. Bem que ela tentou, coitada, mais sempre acabava por entrar em brigas com a desculpa de que lhe a ofenderam, mais isso nunca foi verdade, ela apenas tinha um ego grande de mais para ser escolhida por último na queimada.

Dia a pois dia era sempre a mesma coisa, até ela completar 13 anos quando coisa estranhas começaram a acontecer. Monstros e criaturas aladas, puseram-se a segui-la e as vezes até a ataca-la...mais sempre que isso acontecia um homem forte e musculoso com uma áurea de poder matava todos que ousassem chegar perto dela: -Não posso estar fazendo isso sempre, você tem que aprender a lutar já, não quero uma filha medrosa, todos iriam zombar de meu nome!- e dito isso desaparecera. Silena, coitada nunca entedia nada, sempre saía correndo de volta ao orfanato e se trancara no seu quarto assustada. Sua supervisora a chamava de louca quando ouvia a explicação dela, na verdade todos achavam que ela perderá de vez o juízo.

Isso se repetiu até ela completar 15 anos, quando num dia nada comum ela voltara da escola e se deparará com um menino metade humano metade bode na frente do orfanato. Mais ninguém parecia vê-lo, somente Silena:

-Olha, não é que eu tinha razão, uma semideusa...meu olfato ainda está funcionando depois daquele "acidente".-

O resto da conversa foi um borrão para ela, Silena só lembra de viajar com o menino bode para uma floresta não muito longe, e lá entrar num acampamento titulado Acampamento Meio Sangue.

-Espera, espera...semi oque? ...Aonde é que você me trouxe?-
-Você é surda garota? Expliquei tudo no caminho! ...Já sei que não é filha de Atena! ... Estamos no acampamento Meio Sangue, e você é uma SEMIDEUSA , escutou agora?-
-Mais o que isso quer dizer, não faz sentido nenhum!-
-Garota burra, SEMIDEUSA é um filha de um mortal com um deus! Você é uma dentre várias nesse acampamento...aqui você vai ficar segura, vamos!-

Silena continuou sem entender nada, mais acompanhou o menino bode até uma fogueira enorme rodeada de crianças como ela, onde foi reclamada por seu pai, Ares. Depois de tudo ser explicado a ela, tudo estava claro...mais Silena soube que sua vida nunca seria a mesma, mais ela vai ter tempo para se adaptar agora que esta com seus iguais.
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Hermes em Ter Jun 24, 2014 3:30 pm



"FICHA RECLAMADA♠"


"
Serei bastante sincero, achei sua ficha muito comum, seguindo basicamente a mesma coisa do primeiro livro. Mudar é sempre bom e inovar ainda melhor, achei também que foi pouco descrita, merecia mais detalhes. Sua escrita pecou em alguns trechos porém, nada tão alarmante e que fizesse o leitor perder o fio da meiada.

Porém, você escreve bem e tenho certeza que se escrever pelo word ou ler seu post antes de postar, fará uma ótima diferença.

Bem vinda, filha de Ares.





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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Gabriel Vindice LeFay em Qua Jun 25, 2014 3:05 pm

Ficha de Reclamação


♠ Nome do Personagem: Gabriel Vindice LeFay

♠ Nome do Photoplayer:  Steven R. McQueen

♠ Progenitor: Nêmesis

♠ Idade: 16 anos

♠ Personalidade: Tranquilo e determinado são duas palavras que podem descrever Gabriel, como foi treinado e criado no exercito não tem problemas e seguir ordem e não treme a guerra, mas não busca confusões e nem espera ansioso para estar em batalha, sempre preferindo a paz e a tranquilidade ao invés da batalha e da movimentação.   Gabriel sempre está andando como se tivesse todo o tempo do mundo e raramente se importa com o que os outros acham dele, sempre seguindo suas próprias regras e lei de conduta, não importando quem ou o quê vá contra ele ou a situação que se encontra.
O lema de Dylan é: “Olho por olho, dente por dente e mal por mal”

♠ Características Físicas:  Gabriel é o que se pode considerar um garoto alto, com seus 1,82 transbordando sensualidade. Com ombros largos e corpo definido, Biel possui uma tatuagem de asas de anjos feitas de números em suas costas. O rosto angular com uma mandíbula meio quadrada, emoldurando sobrancelhas grossas e olhos azuis, puxados para o verde, penetrantes e lábios da medida certa. Seu loiro, é um tanto comprido, é revolto e sempre bagunçado, com algumas mexas mais claras que as outras, é comum ver o garoto levando as mãos ao cabelo, bagunçando os fios cada vez mais. Não é raro ver Gabriel arqueando suas sobrancelhas e dando um sorriso de canto, na verdade, é isso que o garoto mais faz. É quase imperceptível, mas em seu lábio inferior há uma pequena cicatriz, resultado de quando aos cinco anos o garoto tentou comer um grampo de metal.

♠ Escolha dois presentes de reclamação:

Manto da Vingança - Na sua forma natural é um manto negro, aveludado e de textura suave. Ao ser ativado transforma-se em um par de asas proporcional ao tamanho do semideus, e permite que ele voe a uma altura de até 100m por até 15 turnos diários, divididos da forma como o semideus quiser. Além disso, 3 vezes por combate suas penas podem ser disparadas como dardos na direção do oponente, causando dano por corte, similar ao ataque dos pássaros de estinfália. Desativado pode ficar na forma de manto ou colete.

Lâmina da Justiça (Engetsu) - Espada de ouro branco que pode, 1 vez por missão, cortar os pecados alheios. Tal golpe deixa o inimigo em choque, como se ficasse confuso por 3 rodadas. Pode se transformar em um anel de chumbo, adornado com pessoas em julgamento.

♠ Narre como chegou ao Acampamento:  

Eu era filho de uma soldada francesa quando era pequeno, pelo menos era isso que o diretor do orfanato sempre me dizia, e pelo que se sabia ele havia servido ao lado de minha mãe e a visto morrer,  nunca me disseram nada sobre meu pai e eu de alguma forma nunca me interessei, minha vida no orfanato era simples, mas divertida.  De manhã eu estudava com os outros garotos e a tarde eu tinha uma liberação dada pelo diretor para poder treinar com ele o Savate.  O que eu estava indo fazer naquele mesmo instante.


                                                                                                 (...)


Savate: Arte marcial francesa que mistura chutes e socos potentes.  Era isso que eu fazia, era isso que meu tio fazia e que pelo que eu sabia toda a minha família sabia. Lutar era algo que vivíamos fazendo a gerações, éramos guerreiros, soldados, lutadores ou ao menos era o que o Diretor sempre dizia para mim nas sessões de treinos.


E era na arena, carinhosamente chamada por mim de “O Redemoinho” onde centenas de objetos de impacto eram pendurados por centenas de cordas giravam em torno de quem estava no centro e essa pessoa ao golpear um dos objetos causava uma reação em cadeia que fazia todos os objetos se moverem e a atingirem várias e várias vezes até a pessoa aprender a desviar dos objetos e se defender, para os outros aquilo era o inferno da dor, para mim, meu parque de diversões.


—Está prestando atenção Gabriel?  - Olhei para o homem que até agora estava falando sobre relatórios do dia e sorri de canto, apesar de eu ter o sorriso de minha mãe (Assim eu pensava), todo o resto eu devia ao lado da família de minha pai ( Assim o diretor dizia). Enquanto eu possuía uma pele morena e um corpo definido, meu pai possuía uma pele negra e um corpo definido por várias horas de treinos e musculação, tudo em meu pai era feito de puro músculo e força, mesmo que na foto que o diretor me mostrou ele já estar com uns quarenta e poucos anos.


— Alto e claro senhor Falei enquanto  sem emitir sequer um aviso saltei sobre ele em uma voadora que mirava sua cabeça, mas ele não seria pego por um golpe tão simples e logo desviou para a esquerda dando um risinho de desprezo enquanto eu aterrissava suavemente no chão. O treino ia começar.


                                                                                                                (...)


Mesmo depois de ter passado há ultima duas horas treinando Savate com ele meu tio (Como o diretor queria que eu o chamasse) ainda insistia que eu fizesse o treino do redemoinho e nada que eu dissesse poderia mudar essa decisão dele, o que realmente era irritante, mas como ele havia mandado, ordens eram ordens.  E então assim que eu golpeei o primeiro objeto de madeira ele bateu em outro que bateu em outro e assim foi se repetindo até que todos os objetos estavam girando e se movendo em todas as direções e indo várias vezes em minha direção, mas como sempre, de alguma forma eu sabia quantos segundos levava para cada objeto atingir um ponto, sabia os segundos de meus movimentos e desviava facilmente de todos os objetos com movimentos mínimos, sempre sabendo em que segundo o objeto ia me acertar e desviando no momento certo, era como se eu conseguisse enxergar o tempo com perfeição.


Horas depois eu estava deitado em minha cama, um garoto de seis anos cansado, que pensava em como seus dias estavam sendo chatos. Mal sabia eu o que iria acontecer no dia seguinte.


                                                                                                            (...)



Eram cinco horas da manhã e eu já estava acordado, nunca fui de dormir muito tarde ou de fazer birra como os outros garotos, e por isso mesmo assim que acordei logo comecei a andar por todo o orfanato que estava vazio e silencioso. Então ouvi o grito de uma garota e corri.


  Demorei cinco minutos para chegar ao “redemoinho” e pela primeira vez, eu vi uma cena que eu considerava ser possível somente em filmes: Uma garota estava sendo atacada por um ciclope com uma clava muito, muito grande.


                                                                                                             (...)


  Depois de superar o fato de que eu estava vendo um monstro mitológico atacando uma garota eu simplesmente avancei contra o monstro pegando a adaga que o diretor havia me dado aos cinco anos ( Sim, os presentes dele eram sempre desse tipo) e avancei contra o monstro soltando um estupido grito de "Ahhg' ridículo para um garoto de seis anos.  Mas antes mesmo que eu fizesse a idiotice de tentar matar um monstro bem mais forte do que eu somente com uma adaga que devia parecer mais um palito de dente para o ciclope, fui parado por um chute que eu podia reconhecer em qualquer lugar do mundo, mesmo se estivesse cego: O chute do meu tio e diretor do orfanato.


Antes que eu pudesse sequer protestar sobre o fato dele me impedir de ajudar uma garota em problemas ele simplesmente me virou as costas e atacou o ciclope com uma estranha espada que brilhava em puro bronze, golpeando as pernas dele e o fazendo urrar de dor enquanto tentava em vão acertar o diretor com sua marreta, eu sabia há muito tempo como as pernas daquele cara eram boas para correr e sair de qualquer golpe que tentassem dar nele e então nada pude fazer além de ver meu tio, diretor e professor agir como um guerreiro saído da era medieval e atacar o ciclope a todo estilo “kung fu panda”  e em questões de minutos, game over. O ciclope estava morto, ou melhor dizendo, ele havia literalmente virado pó.


Logo depois de matar o monstro o diretor simplesmente andou até mim, suas feições sérias e duras que raramente eram vistas e se ajoelhou em minha frente, respirando fundo antes de falar, calmo e sucinto.


– Gabriel, o mundo que você vive tem mais mistérios do que você pode entender, mas eu vou te explicar tudo com o tempo, mas para começar direi o nome de seu pai, na verdade, sua mãe se chama Nêmesis e aliais, seu pai, meu irmão era filha de Ares. – Antes que eu pudesse perguntar qualquer outra coisa ele simplesmente se levantou e saiu andando como se nada tivesse acontecido. Eu conhecia bem o suficiente para saber que o resto ele só iria falar quando quisesse.


                                       [...]


Dez anos, esse foi o tempo que demorou para que ele resolvesse me contar toda a historia de em que raios de mundo louco eu estava vivendo e enquanto nos vivíamos mudando de cidade, pulando de base militar para base militar e enquanto isso monstros e mais monstros vieram para cima de mim, enquanto eu me defendia da melhor maneira que podia, sempre com a ajuda de meu professor e diretor, mas o mais importante de tudo eram as  coisas que ele haviam me ensinado ano após anos: Deuses gregos ainda existiam e seus filhos semideuses também, eu era um semideus filho de Dionísio,  só eu e outros meios sangues poderiam ver os monstros,  somente uma lamina de bronze celestial podia matar os monstros e havia um acampamento para os meios sangues, lugar que segundo ele, eu só iria ao completar 16 e poder me virar, o que era hoje.


– Adeus meu aluno e amigo, viva suas próprias aventuras a partir de agora, eu prometi a sua mãe que iria te treinar e assim o fiz agora é por sua conta, toma, era de sua mãe – Anunciou o diretor me entregando o par de coturnos e partiu para dentro da base militar, não havia necessidade de palavras melosas e de despedida, agora era nossa de viver minha própria vida.  Então simplesmente o saudei como um bom militar e virei às costas para aquele que me ensinará tudo que eu sabia, estava na hora de viver uma nova vida e para isso eu tinha que chegar ao acampamento meio sangue.



[...]

 Recorde de tempo sem que nenhum monstro tentasse me matar, me comer ou simplesmente me causar uma quantidade cruel e inumana de dor?  Duas horas, cinco minutos e trinta e sete segundos.  Pois foi exatamente o tempo alegre e feliz que eu tive enquanto andava pela cidade, em busca da entrada para o misterioso acampamento grego.  E não, não foi o tempo que demorou a eu encontrar o acampamento, foi o tempo que demorou em que o monstro mais perto em um raio de três quilômetros vir atrás de mim e para melhorar ainda mais o meu incrível dia, é claro que eu não podia enfrentar um ciclope, cão infernal ou algo assim, não, não, tinha que ser uma maldita de uma Hydra.

Minha reação normalmente seria correr, correr e correr até eu chegar ao inferno ou qualquer lugar que não tivesse uma Hydra gigante querendo me matar. Qual foi a reação que eu tive?Eu simplesmente corri pegando a espada e pensando em como raios eu iria matar um monstro daquele tamanho, pois eu sabia que só fugir não iria adiantar com um monstro daquele tamanho e daquele tipo e minha espada só serviria de palito de dentes para aquele bicho.

 Mas então antes que eu pudesse pensar direito em como deter aquele monstro eu descobri que existe algo ainda pior do que um monstro grande e forte. Um monstro grande, forte e rápido.  Afinal de contas não importava quão rápido eu corresse sempre parecia que o monstro estava logo atrás de mim e se eu sabia de forma correta sobre aquele monstro, estava certo em considerar que ficar perto dela não era algo bom, afinal sete cabeças que podem me matar simplesmente por causa de seu mau hálito e uma que podia cuspir fogo, bem, era claro que me aproximar era uma péssima ideia e entre me agachar para desviar de um jato de chamas e me manter longe o suficiente para não morrer pelo veneno dela e é claro, guiar ela entre becos vazios e lugar pouco movimentados para que ela não fizesse mal aos humanos.  Aquele dia realmente prometia.

— Os deuses devem me odiar, só pode! – Murmurei fazendo uma curva forçada em um beco e aproveitando as latas de lixo que estavam ali para jogá-la no caminho da Hydra, afinal mesmo que só atrasasse aquele bicho em mais alguns segundos, já estava bom para mim.  Então sem olhar para trás continuei correndo e correndo por diversos becos escuros jogando lixo, pulando sobre carros e invadindo prédios até finalmente conseguir a despistar, pelo menos por alguns minutos e foi nesse momento que vi algo que realmente me interessou, ou melhor, me inspirou.  A poucos metros de onde eu estava naquele momento estava um posto de gasolina fechado (Um dos poucos que fechava aos domingos, devo ressaltar) e se meu cérebro havia funcionado direito até aquele exato momento era a minha chance de virar o jogo, ou pelo menos levar o monstro junto comigo.

 Então sem pensar duas vezes continuei correndo em direção ao posto, sabendo que não demoraria muito para que a Hydra me alcançasse e que se o plano que eu havia formado em minha mente acontecesse e eu tivesse alguma sorte, eu poderia sair sem muitos danos em batalha.

[...]


 Cinco minutos, esse foi o tempo que demorou até que a Hydra finalmente chegasse ao posto de gasolina onde eu havia me escondido e o timing não poderia ter sido mais perfeito, afinal de contas eu havia acabado de espalhar gasolina por todo o local e ter pegado algumas garrafas de bebidas alcoólicas para usar contra a Hydra, o único problema era que o monstro estava indo para o lado contrario do que eu queria que ele fosse, ou seja, eu iria precisar chamar a atenção daquele mostro.

— Ei! Lagarto super desenvolvido! Aqui! – Gritei jogando uma garrafa de cerveja de um litro em uma das cabeças da Hydra, a acertando em cheio e a fazendo se virando em minha direção, seus olhos vermelhos brilhando de fúria enquanto me fitavam, o desejo de me matar tão claro quanto água enquanto ela me observava, esperando que eu fugisse, mas ao invés disso eu peguei mais duas garrafas de dois litros e joguei contra as outras cabeças dela, molhando-a com o álcool.


[...]

Já ouviram o grito de raiva de um lutador gigante, forte e com uma voz assustadora? Multiplique esse som mil vezes e pode chegar aos pés dos gritos daquele monstro enquanto todas suas sete cabeças se viravam em minha direção e mais rápido do que era possível a besta corria em minha direção, correndo como um trem desgovernado. Mas para minha sorte eu estava esperando por algo assim e quando finalmente percebi que já estava quase sendo atingindo por todo o corpo da Hydra saltei para o lado e joguei um isqueiro zippo que havia pegado no posto.  Assim como eu esperava  o álcool das bebidas se incendiou ao entrar em contato com o fogo e apesar de não ser um fogo forte não importava, já que levada pela sua própria velocidade a Hydra entrou bem no meio do posto de gasolina e antes mesmo que ela pudesse se levantar BOOM.

[...]

Depois do acidente com a Hydra  o resto da viagem foi bem tranquila para dizer a verdade, depois de explodir um posto simplesmente para me livrar de um monstro eu havia consultado o mapa que meu tio havia me dado e depois de tudo aquilo,  eu finalmente olhei lá: A entrada do acampamento meio sangue.



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Última edição por Gabriel Vindice LeFay em Qua Jun 25, 2014 3:29 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Qua Jun 25, 2014 3:24 pm



"FICHA RECLAMADA"



Bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue, filhote. Sua ficha foi muito bem escrita, e não consigo me lembrar de nenhum erro marcante o suficiente para aparecer nessa avaliação. Alguns deslizes de coerência aqui e ali, porém nada grave. Parabéns, sua escrita é realmente envolvente.

Apenas um comentário: Uma hydra é meio complicado para um semi-deus relativamente recém descoberto, sem nenhum treinamento com monstros profissional. Por favor, da próxima vez narre uma batalha mais no seu nível. Fora isso, a batalha estava boa. Você tem potencial, Gabriel.

Espero que me orgulhe bastante.





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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Angelique Bittencourt em Qui Jun 26, 2014 3:52 pm

Ficha de Reclamação

♠ Nome do Personagem:Angelique Bittencourt
♠ Nome do Photoplayer:Taylor Swift
♠ Progenitor:Perséfone
♠ Idade:17
♠ Personalidade:Extrovertida,meio arrogante,bondosa,simpática,divertida,inteligente,meio esquentada,um pouco vingativa
♠ Características Físicas:Loira,Olhos azuis,estatura mediana(1,66) de altura,traja uma camisa de rockeira preta e calça jeans rasgada,gargantilha no pescoço
♠ Escolha dois presentes de reclamação:Arco e flecha de rosas infernais e  Escudo
♠ Narre como chegou ao Acampamento:Era um dia como outro qualquer,eu morava em Londres,com meus pais e minha irmã caçula Meg,quando meus pais Liza e Alexander,resolveram que nos levariam ao parque de diversões,eu e meg conversávamos animadamente no carro,quando chegamos pude ouvir alguém gritar:
-Alguem me ajude,Então meus pais perguntaram:
-O que vai fazer Angel?E eu respondi:
-Os gritos parecem ter vindo da casa dos espelhos,e de uma menina irei até lá pai!Antes que ele respondesse peguei a trilha ao lado da roda gigante que levava até a casa dos espelhos e após dez minutos de caminhada cheguei.A casa dos espelhos era muito estreita e eu era uma exímia arqueira pois treinava arco e flecha todos os dias ao pôr do sol na clareira perto da minha mansão,pude ver uma menina se escondendo atrás de uma mesa então mandei:
-Fuja daqui Cristina!
-Eu cuidarei desse Minotauro!
Então ela perguntou:
-Você ficará bem?E eu respondi:
-Sim,prometo agora vá!Atendendo a minha ordem ela saiu e eu acabei sendo atingida pelo minotauro porém só escorreu um poquinho de sangue nada muito grave,então me distanciei dele e com o meu arco que estava preso em meu vestido atirei,acompanhando o percurso da flecha com o olhar.
A flecha fez um movimento certeiro,e pude vê-lo se desintegrar em cinzas na minha frente e uma garota que parecia ter pernas de bode,acho que chamam de sátira disse:
-Bela mira,você é uma semideusa,agora vamos para sua casa arrumar suas coisas,para irmos a Nova York.Sorri para ela,peguei a chave do carro e fui dirigindo até a mansão bittencourt,então arrumei a mala,comprei duas passagens na primeira classe na Air Europa para Nova York e depois de quatro horas e meia de viagem,duas de caminhada e mais uma para chegar ao acampamento,enfim chegamos e eu fui arrumar minhas coisas em um quarto que não era muito grande,só tinham alguns beliches espalhados por ele então coloquei minha mala embaixo do beliche e saí para explorar um pouco o acampamento.
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Qui Jun 26, 2014 5:15 pm



"FICHA NEGADA"



Angelique, querida, sua ficha está muito simples, para dizer o mínimo. As respostas parecem corridas, como se não tivesse nem pensado muito ao escrevê-las (o que sei que não é verdade). Por favor, melhore um pouco as descrições tanto de personalidade quanto física, queremos conhecer sua personagem, entendê-la. Sinto lhe dizer, porém isso não é possível com o que respondeu.

Tenho alguns comentários à respeito sua narração final, e sugiro que reflita sobre minhas críticas. Para começar, seu texto está pouco detalhado e confuso. Os acontecimentos parecem não ter muita ligação, e os fatos estão mal explicados. Melhore suas descrições e, por favor, tente corrigir sua escrita. Há casos de repetições logo no começo, e está desorganizado mais para o meio. Outra coisa que notei é que na narrativa você age como se já soubesse lutar. Teoricamente, esta é sua chegada no Acampamento, você não possui treinamento nenhum, muito menos carrega um arco e flecha consigo (a não ser que tenha um ótimo motivo). O monstro que você escolheu para combater é muito mais forte do que sua personagem consegue lidar em um primeiro contato com o mundo místico. Por favor, lide com uma criatura mais simples.

Sinto muito por reprová-la, mas sua ficha tem várias falhas. Por favor, refaça-a e voltaremos a avaliá-la.
Grata, Nêmesis.





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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Angelique Bittencourt em Qui Jun 26, 2014 7:57 pm

Ficha de Reclamação

♠ Nome do Personagem:Angelique Bittencourt
♠ Nome do Photoplayer:Taylor Swift
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♠ Personalidade:Simpática,extrovertida,divertida,bondosa,esquentada,as vezes um pouco arrogante.
♠ Características Físicas:Cabelos loiros,olhos azuis,pele clara,altura mediana(1,66)
♠ Escolha dois presentes de reclamação:Arco e flecha de rosas infernais e Escudo
♠ Narre como chegou ao Acampamento: Sou Angelique Binttencourt... Sempre morei em uma área mais interiorana da cidade e nunca reclamei. Gosto da beleza que a natureza me proporciona, gosto de sentir aquele ar puro brincando em meus pulmões logo de manhã. Hoje seria mais um dia comum, pelo menos era assim que eu pensava. Meu pai me acordou cedo dando um beijo de “bom dia”, levantei com preguiça, tomei uma boa ducha e me arrumei para ir à escola. Nada de diferente, eu sempre fazia isso todas as manhãs.
Desci as escadas da casa e lá estava minha madrasta alimentando as duas bebês recém nascidas dela. Eram minhas irmãzinhas, as coisinhas mais fofas que eu já vi. Quando me aproximei, Liza – minha madrasta- se afastou. Ela nunca gostou de mim, sempre disse que era uma aberração e traria coisas ruins para a família. Não entendia o porquê de tanto ódio dela.
- Termine seu café, se não chegará atrasada. – Disse Alexander, meu pai.
Não tinha o que reclamar dele, sempre me cuidou com carinho e amor. Ajudava-me todas as vezes que precisava, mas sempre que perguntava sobre minha mãe, seu olhar era triste e Alexander mudava de assunto. Sai de casa as pressas para encontrar Lucas e irmos para a escola, um amigo de alguns anos. Na verdade, era o único amigo verdadeiro que eu tinha, usava sempre um boné azul e tinha dificuldades em andar normal.  O resto dos garotos sempre tinham segundos interesses, todos diziam que eu era muito bela, mas sempre achei exagero. Lucas foi o único que se aproximou de mim sem essas intenções, o que nos fez bons amigos desde então.
Essa era minha rotina, mas de vez em quando aconteciam umas coisas bem estranhas. Como o homem de um olho só que eu vi na praça ou uma mulher que tinha corpo de aranha e eu jurava que iria me atacar. Eu contava essas para meu melhor amigo, mas ele dizia que minha imaginação era fértil demais. Por um tempo achei que fosse isso também.
Nesse dia tudo parecia normal até sairmos da escola. Caminhamos rindo até em casa... Foi aí que meu riso cessou, eu não podia acreditar no que via. A casa inteira pegava fogo, lágrimas brotavam dos meus olhos, um desespero profundo nascia dentro de mim. Tentei correr até, mas Lucas me segurou com firmeza, dizendo:
- Temos que sair daqui agora!
- Você está maluco. Minha família está lá! – Gritei tentando me soltar.
- Não podemos, não posso deixar que machuquem você!
- Quem vai me mach... – Não consegui terminar a frase, minha boca ficou aberta quando vi um homem grande com cabeça de touro vindo em nossa direção.
Aquilo só podia ser um sonho, aquilo não existia. Fechei os olhos tentando acordar, mas nada aconteceu. Quando abri os olhos Lucas me puxava pelo braço para corrermos, ele tinha uma perna peluda agora e dois chifres na cabeça.
- O que significa isso, Lucas? Estou enlouquecendo!
- Calma, vou te explicar. Mas você tem que está viva para isso.
Corri com rapidez, mas logo senti meu corpo sendo arremessado com força contra uma árvore. Minhas costas doíam e minha visão estava turva. O monstro vinha em minha direção apontando os grandes chifres para mim. Antes que acertasse, me joguei para o lado e o mesmo prendeu os chifres na árvore. Gritei para Lucas, que veio com dificuldades até mim. Estávamos machucados e monstro se soltaria a qualquer momento.
- Vamos, Angel! Precisamos chegar a o Acampamento. – Disse ele.
- Que acampamento? Como assim?. – Perguntei confusa.
- Só tente correr o máximo possível, depois lhe explicarei.
Corremos por entre as árvores escuras, com a chuva forte contra nossa pele. Pude ouvir o grito zangado do monstro vindo em nossa direção. Já não tinha mais forças e a criatura se aproximava. Vi um clarão e depois tudo ficou escuro, eu não via mais nada.
Quando abri os olhos, eu estava deitada em uma cama. Tinham várias dela por ali, com pessoas indo e vindo. Olhei para o lado e Lucas me observava com um ar de preocupação.
- O que aconteceu? Era um sonho? - Perguntei com a voz falha, mas não parecia um sonho. Porque Lucas tinha metade das pernas de um bode.
- Você está no Acampamento Meio-Sangue, Angel. Você não é uma pessoa qualquer. Agora descanse e logo você irá descobrindo quem realmente é.
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Aphrodite em Qui Jun 26, 2014 9:11 pm



"FICHA RECLAMADA"



Angelique, vou ser sincera, sua ficha foi meio familiar aos livros, Minotauro não é um monstro típico para semideuses que não são filhos dos Três Grandes. Reclamei você pois acredito que com o tempo vai aperfeiçoar a narração^^
Qualquer coisa MP ^^
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Amy Smith em Dom Jun 29, 2014 6:44 am

Ficha de Reclamação

? Nome do Personagem: Amy Lauren Smith
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? Idade: 15 anos
? Personalidade: Amy tem uma personalidade bastante forte e um tanto imutável. A sua teimosia estende-se desde aqui até ao outro lado do mundo e por muito que não pareça, ela importasse com as pessoas (não muitas mas com um determinado número que lhe conseguiu chamar a atenção no melhor dos sentidos). Tem um sentido de vingança um tanto perigoso, não gosta que lhe "passem por cima" e odeia um tanto pessoas que se mostram demasiado. É reservada e usa a ironia um pouco demais.
? Características Físicas: A primeira coisa que se nota a olhar para Amy são os seus cabelos cor de fogo, bastante compridos. De seguida é a sua pele um tanto branca demais, tal e qual de um fantasma,  e os seus 1,69 metros de altura. Mas a sua característica mais marcante são os olhos. Por baixo destes normalmente estão as caracterizadas olheiras negras que deixam o seu rosto um tanto fantasmagórico. No entanto os seus olhos tem uma cor bastante viva, um verde meio alourado.
? Escolha dois presentes de reclamação: /-/-/
? Narre como chegou ao Acampamento: (mínimo 15 linhas)
 
6 de Julho de 1998

O homem toda a sua vida tinha visto fantasmas. Sempre fora assombrado por eles. Fantasmas que gritavam-lhe coisas que ele entendia mas ele via-os. E temia-os mais que tudo. Mal consegui-o o dinheiro foi viver para a zona mais movimentada de Nova York, assim os fantasmas misturavam-se com as milhares de pessoas que ali viviam e era quase suportável viver.
Até que ela apareceu. Era linda sem duvida. E encantadora. A voz dela era baixa mas incrivelmente sedutora. Ela conseguiu fazer os fantasmas irem embora por um tempo. Um tempo curto. No dia em que ela não apareceu mais o coração dele não ia aguentando. E no lugar da cama onde ela costumava estar, pronta a recebe-lo, estava uma manta cor-de-rosa, calma a dormir.
"- O que...?" O homem estava confuso. O que fazia ali um bebé?
Ele não convivia muito com crianças, não gostava muito de ouvi-las chorar e chorar e queixarem-se de coisas que deviam estar felizes por terem. Mas mesmo assim pegou-a ao colo e desembrulhou-a daquela manta. Era uma recém-nascida. Tinha uma pequena trufa de cabelo ruivo no topo da cabeça, ruivo tal como o seu, com uma cor bastante brilhante. A pequenita abriu os olhos e mostrou uma cor que ele só tinha visto uma vez. Na mulher que afastava os fantasmas.

23 de Janeiro de 2002

"- Amy? Amy?! Vá lá miúda! Vou chegar atrasado!" O homem corria pelo pequeno apartamento a procura da sua filha de 3 anos. A pequena gostava de se esconder nos sítios mais improváveis e escuros. E ele nunca foi muito amante do escuro.
Encontrar a pequena Amy de manhã era sempre a mesma coisa. Quando ele acordava ela já não estava na sua cama. E ele deixava a estar onde estava e ia arranjar-se para o trabalho e arranjar as coisas para ela comer e preparar-se para a escola.
Ele nunca tinha entendido se ela saia da cama quando acordava de manhã ou se ela acordava quando ele já estava a dormir e ia procurar um canto para dormir.
"- Olha que depois não vamos passear ao parque..."
Escondeu um sorriso a falar em voz alta para que ela ouvisse. A menina era o seu pequeno tesouro, como a mãe dela tinha-lhe sido. Um tesouro que nunca mais voltou nem se importou com a pequenina. Mas ele não a odiava. Estava agradecido por ela ter-lhe dado a Amy e por ter afastado os fantasmas.
O parque resultava sempre para a ruivinha sair do seu esconderijo. Mas desta vez nem isso resultou. E ele começou a preocupar-se.
"-Amy? Filha, onde estás??" Ele chamou novamente e correu escadas a cima a entrar em todos os quartos mas nem sinal da pequena. Até que viu que as escadas do sótão estavam abertas.
O sótão só fora aberto duas vezes. Quando eles se mudaram para lá, para guardar todas as coisas velhas que não serviam. E quando o pai de John morreu, para guardar as suas coisas. De resto, o homem tentava afastar-se dali o mais possível. Era normal os sótãos e as caves terem fantasmas. Era lá que as pessoas guardavam as suas bagagens. E muitos fantasmas não passavam disso. Bagagens.
"- Amy...?"
Ele começou a ficar nervoso. A visão a torvar e o coração a acelerar demasiado. Ela não tinha conseguido puxar as escadas. Ela nem conseguia chegar a porta do frigorífico. Quanto mais chegar ao tecto.
E ele odiava o escuro. Mas por a sua menina, ele subiu as escadas. A cada degrau que subia o seu coração acelerava cinco vezes mais.
Nada poderia o ter preparado para o que ele estava a ver. A sua menina. A sua pequenina. Estava sentada no chão com uma dezena de fantasmas à volta. Amy ria-se enquanto brincava com as espadas e setas e escudos fantasmagóricos que os fantasmas tinham. E eles só olhavam para a pequena. A vigia-la.
O homem não via fantasmas há quatro anos. E aqueles fantasmas foi a ultima coisa que ele viu.


11 de Agosto de 2009

"- Porque é que mordeste o teu pai, Amy?"
Aquela mulher apareceu quando a pequena Amy tinha 5 anos. Apareceu com um homem gordo e feio e levaram-na do orfanato.
Amy gostava do orfanato. Só precisava de fazer as tarefas que mandavam e ninguém a chateava mais.
Agora naquela casa com aquela mulher e o idiota do marido, ela nem conseguia andar um passo sem que eles pedissem explicações.
" - Ele não é meu pai."
Foi a única coisa que a miúda disse, de forma seca. Já vivia naquela casa há 6 anos. E o casal ainda não entendia que ela gostava de estar sozinha. E que não a chateassem com perguntas idiotas.´
" - Amy!" A mulher gritou escandalizada. A jovem ainda não entendia como é que eles a aturavam.
Desta vez o homem tentou agarra-la para a levar para o parque ali perto de casa. Ela disse que não queria, ele não ouviu então ela mordeu-o.
" - É verdade! Vocês são só dois velhos sozinhos que queriam uma filha! Mas eu não sou vossa filha!" A rapariga sentia a parte de trás da sua cabeça arder. Devia de ser um fantasma que estava a chama-la.
Sim porque a vida dela já era aquilo há muito tempo. Os fantasmas eram os únicos que ela conseguia aturar. Muitos eram calados, muitos tiveram filhos como ela. E muitos gostavam de a vigiar e de tomar conta dela. Foi assim que ela durou um mês naquele sótão, com o pai morto de ataque cardíaco.
" - Vai para o teu quarto!" O homem disse-lhe triste enquanto abraçava a mulher. A menina virou-se e correu para o quarto fechando a porta e virou-se para o fantasma. Era um soldado. Ele disse que se chamava Alton.
" - Portaste-te mal outra vez?" Ele perguntou com um sorriso frio. Porque por muito que os fantasmas queiram os sorrisos deles são frios.
" - Eu quero o meu pai."
E era sempre isso que ela queria. E muitas vezes tentou fugir dali. Mas nunca conseguia. Só que ela não sabia o quanto protegida ali estava. Dos monstros que adorariam devora-la.


6 de Julho de 2014


Era o seu décimo quinto aniversário. E ela não estava feliz.
Sim ela já tinha se habituado ao senhor James Meyer e a senhora Anna Meyer. Ela já não era assim tão difícil com eles.
Mas por alguma razão o dia estava escuro para um dia de verão. E havia um fantasma irritante a volta dela a manda-la ir para casa.
" - Porque não vais tu para casa? Ou para o raios de onde é que tu vieste." Ela disse irritada. Era o aniversário dela. Ela tinha todo o direito de passar o dia como lhe bem apetecesse. E queria o passar a passear pela floresta. Mas aquela figura meio transparente com uma armadura não a queria deixar.
" - Menina... Isto não é seguro..." Ele falava sério. Os olhos sem vida dele passeavam em redor deles. E o seu arco e flecha que não passavam da mesma matéria de si próprio, estavam em rige. Prontos para serem usados.
" - A sorte é que para vocês mortos nada é seguro." Ironia era o seu nome do meio. E ela continuo a avançar pela floresta. Ela só conseguia ouvir o zumbido que o fantasma fazia ao andar. Não conseguia ouvir algo muito maior que se aproximava.
" - Menina... Eu acho melhor voltar para trás."
O fantasma continuava a avisa-la mas ela não queria saber. Estava farta de estar em casa. Gostava de passear. Ela virou-se para o fantasma.
" - Ouve. Eu estou bem. E vou ficar bem. Só quero ir dar uma volta. Vocês não se divertiam lá na grecia antiga?" Ela perguntou a olhar para a figura translucida. E não viu o que estava a aproximar-se por trás dela.
" - Hei! Abaixa-te!" Uma voz gritou do nada e Amy virou-se para trás mas a única coisa que viu foi algo bater-lhe contra a cara, e esta apagou por completo.

7 de Julho de 2014

Ela conseguia ouvir montes de barulhos. Barulhos e mais barulhos. Mas não conseguia abrir os olhos.
Até que conseguiu. E ficou um tanto admirada a ver um homem cavalo a sua frente. E não era um fantasma. Era um homem cavalo a sério.
" - Acho que precisamos de falar, menina Smith..."
Ele sorria-lhe. E ela virou a cabeça a olhar em redor. Montes de miúdos com armaduras passeavam por ali. Onde é que ela estava?
" - O meu nome é Quíron... Bem-Vinda ao Acampamento Meio-Sangue."









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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Hades em Dom Jun 29, 2014 10:12 am



"FICHA RECLAMADA"



Amy, sua ficha foi muito bem descrita. Possui pouquíssimos erros ortográficos, o que é bom. Gostei muito da sua ficha, foi uma boa história de se ler. Só achei que faltou uma melhor explicação de como você veio para no acampamento. Esse foi o único ponto que eu não gostei muito, mas vejo que você possui um grande potencial e suas outras respostas também foram muito boas. Por isso irei aprova-la.

Seja bem vinda filha de Melinoe!

att, Tio Hades.




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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Jovetic D. Petraskowski em Seg Jun 30, 2014 8:43 pm

Ficha de Reclamação

♠ Nome do Personagem:Inovovic Delariex Petraskowski
♠ Nome do Photoplayer:Chris Evans
♠ Progenitor:Thanatos
♠ Idade:21 anos
♠ Personalidade:Frio, calculista, estrategista, fiel, companheiro, vingativo, impiedoso, paciente. Adora sentir o sangue de seus inimigos e sentir o medo e desespero de seus oponentes.Mas também adora mulheres, se divertir e comer.
♠ Características Físicas:Alto, estatura cerca de 184cm. Músculos definidos, pernas(panturrilha e coxa definidas), bíceps e tríceps definidos, peitoral musculoso, barriga trincada. Loiro, cabelos curtos olhos verdes escuros.
♠ Escolha dois presentes de reclamação:Manopla Gelada e Foice de Ferro Estígio
♠ Narre como chegou ao Acampamento: Uma noite como toda as outras, fria e densa nublagem, grunhidos noturnos, era uma simples noite na floresta do norte da Alemanha, onde eu convivia perfeitamente com as sombras e seus protetores, sempre gostei mais da noite sombria e amargurada, do que o dia cansativo e ensolarado.
Era por cerca de umas 03:00 da manhã, o clima estava negativo, cerca de -12ºC, eu estava no topo da colina, no centro da floresta, com meu manto negro me juntava na sombra criada pela luz lunar. Passado uns 25 minutos, ouvi um barulho, mas não era nenhuma caçada noturna selvagem, como de costume, parecia uma invasão humana naquela região, então me levantei e fiquei na ponta dos pés e saltei e pendurei-me nos galhos, sem emitir quase nenhum som, e então me dirigi até o local no barulho.
Chegando lá fiquei escondido nas sombras, entre as moitas, e vi três sombras humanas, mas não agiam como simples humano e então saquei uma lança feita a mão e joguei neles, surgindo dentre as sombras e falando - O que são vocês? - Um deles segurou a lança e a quebrou no meio, não seria tão difícil quebra-la. Um outro riu e falou - Então você resolveu aparecer Petraskowski? - Eu sorri e ironizei - Não, eu não estou aqui, o que estão vendo é uma miragem...- ri e um deles sumiu nas sombras, eu me assustei e então ele apareceu atrás de mim e me socou, dizendo - Chame seu pai logo...- Eu caído de joelhos olhei para trás e o respondi - Meu pai??Ele está mo...- Um deles se aproximou pela frente e me deu uma joelhada no rosto, cai de costas no chão e ele falou - Não esse pai...O Deus da Morte, Thanatos...Chame-o AGORA!!! - Eu me levantei e pensei " Eu sou um Semi-Deus???Esquisito, mas se eles dizem..." -Eu não vou chamar ninguém...- Já levantado fiquei olhando pros três, se agrupando um do lado do outro e o terceiro falou - Então morra...- Eles vieram pra cima de mim e eu pra cima deles. Socos e chutes foram trocados nos primeiros minutos, até que eles começaram a se esconder nas sombras e aparecerem do nada e me atingir pelas costas, eu me enfureci e dei um salto, mas eles me puxaram com força pro chão, nesse momento eu fiquei inconsciente e eles ficaram me rondando, até que eu recobrasse a consciência, mas então senti um vento gelado envolver meu corpo, meu manto ficou mais escuro que o normal, ferimentos curados, eu me levantei e ouvi uma voz " Olá filho, estenda seus dois braços pra cima". Após ouvir essa voz, sorri e fechei meus olhos, levantei meus braços e então o vento e as sombras tomaram formas, na mão esquerda uma manopla e na direita uma foice, os três homens se assustaram e se esconderam nas sombras eu sorri e falei - Acabou pra vocês...- Utilizei a manopla e drenei toda força negativa de um raio de 10m da floresta, e os retirei a força das sombras e com a foice arranquei suas cabeças e pernas.
Passado três dias tive contato com outros filhos de Thanatos, eles me disseram para treinarmos e que tinha um local certo para isso, o acampamento Meio-Sangue, próprio para treinar semideuses novatos e veteranos. Passado uma semana após meu contato com meus irmãos cheguei no acampamento, onde comecei a treinar diariamente.
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Hermes em Ter Jul 01, 2014 7:35 pm



"FICHA RECLAMADA"



Bom, sua ficha ficou totalmente solta. Você não é nenhum pouco detalhista, se conforma em ser direto em todos os momentos, sem pausar para uma explicação rápida. Não encontrei muitos erroa ortográficos, mas encontrei bastante na parte da gramática, tenha cuidado em relação a isso.

Sua história não me chamou atenção mas se fosse melhor escrita, seria uma bela história.

Irei aprová-lo poraue creio que possa melhorar, nas serei totalmente exigente em minhas próximas avaliações. Bem vindo, prole de Thanatos.




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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Maccario B. Longstride em Seg Ago 04, 2014 6:39 pm

Ficha de Reclamação

♠ Nome do Personagem: Maccario Brancoft Longstride
♠ Nome do Photoplayer: Xavier Samuel
♠ Progenitor: Dionísio
♠ Idade: 23 anos
♠ Personalidade: Extrovertido e despreocupado. Assim que muitas pessoas descreveriam o garoto, mas até que elas estão certas. Um garoto de fácil sorriso e uma curiosidade acima do limite. Amante dos felinos, gostaria de ter um gato de estimação. Não gosta de ser contrariado, quando é dificilmente ouve a opinião alheia fazendo bico e empinando o nariz. Como todo bom filho de Dionísio, Maccario é louco por vinho e quando está bêbado pode soltar umas verdades nada agradáveis.
♠ Características Físicas: Possui 1,76 m e 78 kg, cabelos castanhos aparado com um pequeno topete, olhos castanhos com um pequeno brilho e pele pálida que combina perfeitamente com o rosto. Os seus 78 kg muito bem distribuídos em um corpo atlético, a barriga pouco dividida.
♠ Escolha dois presentes de reclamação: § Arco das Vinhas: Um arco de porte médio produzido a partir da madeira das vinheiras de Dionísio. Acompanha uma aljava de tonalidade roxa com alguns detalhes em couro, a mesma abriga 50 flechas banhadas em um tipo de vinho que ao entrarem em contato com o corpo da vítima podem causar embriaguez imediata.

§ Lança de Vinho: Uma réplica perfeita da lança de Dionísio, porém, essa arma foi produzida a partir de uma videira envenenada. Dessa forma, Pode causar queimação e falta de ar na vítima atingida.

♠ Narre como chegou ao Acampamento: As paredes pintadas em um tom amadeirado em uma tentativa falha de imitar a madeira real. Os cantos do quarto com a pintura desbotada que revelava a longa idade que o local tinha. Um longo tapete vermelho se estendia no quarto que dava ao local um aspecto meio persa. Um guarda roupa branco estava em um canto do cômodo cheio de poeira. Uma cama estava encostada na parede, os lençóis antes brancos agora estavam manchados em um tom vivo de carmesim. Na cama estava deitada uma mulher se retorcendo de dor, no extremo da cama estava ajoelhada outra mulher, os cabelos grisalhos estavam bagunçados, vestia uma calça jeans, uma camisa listrada branca e azul e por cima da roupa um jaleco branco.

- Força Samantha! – Falou a mulher grisalha com a sua voz rouca abafada pela mascara de enfermeiro.

Samantha seguiu as ordens da médica e fez o máximo de força que conseguira. Finalmente um choro ecoou pelo quarto, ambas as mulheres respiraram aliviadas ao ouvir o berro do bebê que acabara de nascer. O tom carmesim manchara mais e mais o branco dos lençóis, o rosto de Samantha ficara cada vez mais pálido.

- Qual é o nome do bebê? – A grisalha perguntou enrolando o bebê em uma manta azul estampada com tigrezinhos.

- Maccario... Uma homenagem... ao avô dele...- Respondeu Samantha entre suspiros.

- Um nome diferente. – Disse a medica com um sorriso no rosto acariciando o rosto do bebê.

Quando a medica deu por si, mandou uma enfermeira pegar o bebê e leva-lo para limpar o sangue, Samantha acabara de entrar em uma hemorragia que rapidamente a deixara pálida. A mulher grisalha arregalou os olhos e fazia tudo o que estava ao seu alcance, infelizmente era tarde de mais. A grisalha abaixou o rosto em uma forma de luto.

Levantou-se e foi até a sua enfermeira.

- Ligue para o orfanato. Irei para o hospital e mandarei uma ambulância vim buscar o corpo de Samantha. – A voz da medica era melancólica.

A grisalha saiu da casa e fora até o hospital. O bebê foi mandado para um orfanato.

(...)


Comia um sanduíche de pasta de amendoim sentando em uma cadeira com os cotovelos apoiados na mesa do meu apartamento, a hora para me aprontar estava quase chegando então teria que me alimentar bem. Terminei o sanduíche esfregando as palmas das mãos para tirar os farelos que ficaram grudados. Levei a mão até o meu copo de vidro que estava cheio de suco de uva – minha bebida não alcoólica favorita – pegando com cuidado e levei o copo até a boca apreciando o gosto falsificado das uvas.

Andei lentamente em direção ao meu quarto - um grande quadrado pintado de azul intenso – e tirei o meu largo moletom branco com um sapinho feliz estampando bem no centro, o meu pijama azul e a minha cueca boxe cinza. Fiquei por um tempo observando o estupido rosto feliz daquele sapinho. Eu gostava do moletom, só não gostava de admitir.

Peguei a minha toalha roxa e fui até o banheiro rumo á um longo banho.

Sai do banheiro com a toalha enrolada na cintura e com os cabelos pingando diretamente no chão, apenas dei de ombros.  Andei em direção ao meu guarda roupa e peguei o meu uniforme – uma calça social preta, uma blusa cinza com a logo do bar no peito, um colete preto, sapatos sociais pretos e uma gravata borboleta, ainda não descobri o motivo da gravata até hoje. – e rapidamente me vesti, peguei uma escova e penteei o meu cabelo para o lado esquerdo e fazendo um pequeno topete com a mão e passei um perfume forte. Estava pronto para o trabalho.

(...)

Cheguei na boate com o meu carro, estava anoitecendo. Estacionei o meu carro em uma vaga para funcionários, sai do carro o trancando com a chave e dou uma pequena corrida até a porta de trás do local.

Andei pelo local e não encontrava ninguém, dei de ombros. Caminhei ao bar e olhei com um brilho para as variadas garrafas de bebidas que se amontoavam atrás de mim – tinha desde as mais novas até as da época da nossa avó –, fiquei atrás do balcão pegando uma cadeira e sentando na mesma.
Já havia se passado um tempo e não havia chegado ninguém. Todo mundo estaria encrencando com o chefe se faltassem hoje.

Dei um pequeno sorriso.

Em um ponto escuro da boate, notei uma silhueta se formando e rapidamente me levantei de cadeira. Logo a silhueta veio para a luz mostrando que era na verdade um homem alto e gordo com o cabelo e a barba rala em um tom castanho, os pequenos olhos azuis brilharam a contato com a luz, e por fim vestia uma calça de brim com um terno social – meu chefe.

- Olha se não é o meu pequeno menino Maccario – Disse o homem dando um sorriso de dentes amarelos.

- Steve! – Digo retribuindo o sorriso.

Steve cheirou o ar lambendo os beiços.

- Algum problema chefe? – Perguntei meio preocupado pois não havia cheiro de comida no ar.

- Já não há duvidas!  Você é um meio sangue! – Disse Steve com uma animação na voz enquanto ficava maior.

Meio oque?

Sai de trás do balcão e Steve estava ficando em uma altura absurda, arregalei os olhos. Andava lentamente para trás querendo ir em direção à saída dos fundos. - Darei você de presente para a mamãe! – Disse Steve dando passos pesados em minha direção. Vi a grande mão de Steve passar rente ao meu rosto.
Corri até o bar pegando várias garrafas de bebidas alcoólicas e arremessei na direção de Steve, logo a roupa do tal estava encharcada de álcool, seria uma boa ter um isqueiro agora. Por fim peguei uma garrafa de vinho e por um motivo fiquei com pena de desperdiça-la no Steve então apenas a segurei na mão. Peguei uma garrafa de whisky e joguei acertando a cabeça do tal.

A minha chance.

Aproveitando que Steve estava zonzo, corri em direção à porta de saída. Fui em direção ao meu carro, abri a porta e entrei e por um estranho motivo o meu melhor amigo estava sentado no banco de carona.

- Louis? – Perguntei confuso.

- Hey Mac! Não temos tempo para explicações, apenas pise fundo no acelerador que eu lhe indico o caminho.

Segui o conselho de Louis e rapidamente saímos do local, pude ouvir uma voz estrondosa da boate.  Olhei para Louis que estava vestindo uma larga calça jeans preta, uma camisa laranja, demorei em ler um pouco mas estava escrito “Acampamento Meio-Sangue” – sim eu sou desleixo  – e usava na cabeça um gorro, sempre me perguntara porque ele nunca deixou de usar o gorro, talvez a calvície tenha lhe atingido mais cedo.

Segui as coordenadas de Louis e entramos em um lugar que eu não conhecia de Long Island.

- Ok... – bufou Louis – Acho que te devo explicações.
Assenti com a cabeça.

- Se lembra daquelas aulas de mitologia que tínhamos com o professor Rousboff?

- Ah lembro. O professor Rosbife era muito legal.

- Se eu te dizer que todos aqueles mitos foram reais?

- Diria que você está louco. – Dei um sorriso nervoso.

- Pois eles são reais Maccario. Os deuses ainda estão vivos. E... – Louis novamente bufou – ainda tem casos com mortais tendo diversos filhos. Você é um deles Macc, o seu cheiro não mente.

Deixei a ideia amadurecer na minha mente, pude sentir que Louis não estava mentindo. Antes que eu pudesse responder Louis deu um berro para que eu parasse e bruscamente apertei o freio fazendo os pneus assobiarem.

- Venha. – Disse Louis saindo do carro.

Saí do carro e pude notar que estávamos no meio do nada. Louis tirou as calças mostrando os seu traseiro peludo... Espera, peludo?!

- Você... – Foi à única coisa que consegui dizer, estava perplexo.

- Eu sou um sátiro. Guardião e melhor amigo dos semideuses. – Falou Louis com um sorriso bobo no rosto.

- Então é real... Tipo, os deuses são reais. – Disse ainda perplexo.

Louis riu.

- Siga-me – O peludo então se virou de costa rumo à floresta e eu apenas o segui. Subimos uma colina e eu pude ver um enorme pinheiro no topo. Logo a nossa frente estava um grande acampamento de verão. O acampamento meio sangue como Louis me explicou no caminho.
Certamente demoraria em me acostumar.

(...)

Já havia me acostumado com a ideia de ser um semideus e tal. Estava deitado no chalé de Hermes em um canto. Fazia uma noite fria, todos estavam acordados contando piadas ou brincando de furtar as coisas dos novatos. Sentei e comecei a rir de uma filha de Hermes que caiu do beliche tentando apanhar a carteira de seu meio irmão.

De repente a atenção de todos se voltaram para mim, alguns estavam me olhando com um sorriso no rosto enquanto outros me olhavam friamente – aqueles que ainda não foram reclamados. Olhei para cima da minha cabeça e havia um holograma, era um cacho de uvas purpura que brilhava.

- Um filho de Dionísio! – Pude ouvir de um menino com feições élficas. Chamem Quíron para leva-lo ao seu respectivo chalé!
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Nike em Ter Ago 05, 2014 10:03 pm

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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Hezzalya Gholf em Dom Set 14, 2014 6:39 pm

Ficha de Reclamação

♠ Nome do Personagem:  Hezzalya Gholf

♠ Nome do Photoplayer:  Ashley Benson

♠ Progenitor: Quione

♠ Idade: 14 anos

♠ Personalidade: Hezzalya é uma menina impiedosa, arrogante, fria e, de alguma maneira, especial. Desde que sua mãe "morreu" (ela acredita que ainda está viva), seu pai virou um alcoólatra, que sai de casa de manhã e só volta na manhã seguinte. Não tem amigos, e sempre exala uma aura congelante, como uma tempestade de neve. Consegue despertar segredos nunca antes revelados e ler a expressão das pessoas apenas com um breve olhar. Se tivesse amigos ou familiares que não odiasse, eles a descreveriam como "menina anti-social que pratica auto-mutilação e que emana uma aura fria".

♠ Características Físicas: Seus olhos são azuis como o céu num dia de inverno, mas frios como a própria neve. Seu corpo é escultural, sua cintura é super definida. Seu rosto possui traços delicados, e seus olhos são levemente puxados-como de um descendente de japoneses. Seu longo e ondulado cabelo loiro, que vai até o meio das costas, quase sempre está preso ou em um coque perfeito, apenas com algumas mechas caindo a redor dos olhos, ou em uma trança escama de peixe. Suas roupas geralmente são brancas ou pratas, e raramente não retratam uma nevasca.

♠ Escolha dois presentes de reclamação:

- Cover of Snows: Inicialmente é uma jaqueta branca que se ajusta ao corpo do filho de Quione. Ao ser ativada ela se transforma em uma capa quase transparente de tecido fino. Sua barra é manchada em um tom de creme. Esta é capaz de proteger o semideus de qualquer ataque.

- Cutting Snowflake: Consiste em um pequeno saquinho de cor branca e que possui um tipo de pelagem. Ao abrir este a prole das neves se depara com vinte e cinco flocos de neve brilhantes. Estes funcionam como estrelas ninjas. São altamente cortantes e infinitos, assim que os vinte e cinco acabam surgem mais vinte e cinco.

♠ Narre como chegou ao Acampamento:

                                                              NEW YORK, 6h 30min-INVERNO

Hezzalya Gholf é mais uma vez acordada pelo seu despertador. Não que não gostasse das manhãs-era a hora que o frio era mais intenso-, era porque queria mais tempo para dormir. Saiu de sua coberta e esfregou os olhos com os nós dos dedos, desligando o ar-condicionado logo em seguida. Assim que a ponta de seu dedão encostou o frio chão de sua suíte, um arrepio percorreu desde o local afetado até a raiz dos cabelos. Calçou suas pantufas e foi até o banheiro. Despiu-se lentamente, entrando no box logo em seguida. Girou a torneira e, assim que a água quente entrou em contato com sua gélida pele, recebeu um calafrio em troca. Passou o sabonete pelo seu corpo e lavou seus cabelos loiros. Desligou o chuveiro, se secou com uma branca toalha e vestiu seu robe branco de seda.

Foi até o closet e escolheu suas vestes: meia-calça branca, um vestido que vai até os joelhos retratando uma nevasca e um sobretudo branco. Secou, ali mesmo, no closet, seus cabelos com o secador e os prendeu numa trança perfeita. Pôs um cachecol branco e desceu as escadas, que dão direto para a cozinha. Ela não iria para a aula hoje, iria matar aula. Queria dar um rolé pela cidade.

Chegando na cozinha, ela não se surpreendeu ao ver o bilhete deixado em cima da mesa, mas dessa vez havia uma jaqueta de couro e um saquinho. Pegou o bilhete e começou a ler:

                   Cara Hezzalya,
Hoje irei fugir do tradicional Fui beber. Não me espere para o jantar. Deixei aqui uma jaqueta de couro e esse saquinho, como presentes de sua mãe. Sim, ela está viva. A questão é: quem era ela? Ela era, ou melhor, é, Quione. Sim, ela é a deusa que você tanto admira. Esse saquinho tem um apelido-porque seu nome verdadeiro é Cutting Snowflake-, que é Algia. Traduzindo do grego, fica Dor. Seja Impiedosa.  Vá para Long Island. Mais precisamente, vá para o Acampamento Meio-Sangue. Agora, aquela será a sua casa. Mas, lembre-se: Você sempre pode voltar para casa, mas a nevasca irá cobrir suas pegadas.

Hezzalya ficou um tanto perplexa com a carta. O que era aquilo? Sim, ela já tinha ouvido falar de semideuses-metade humano, metade deus-, mas nunca pensou que ela fosse uma!

Subiu as escadas rapidamente, entrou no closet e trocou de roupa. Resultado: jaqueta que recebeu, e dentro de um dos bolsos pôs o saquinho, vestido branco com flocos de neve prata e botas brancas. Desfez a trança e soltou os cabelos loiros ondulados, deixando-os em um caimento e em um contraste perfeito com sua pele pálida. Nos lábios, passou um batom vermelho-escuro, que realmente os realçou. Desceu as escadas e abriu a porta.

Saiu de casa, entrando no mais profundo inverno. Trancou a porta, e levou a chave consigo. A partir de agora, era uma completa fugitiva com um destino: chegar a Long Island.

Pensava em um meio de chegar lá enquanto descia a 23rd street com a 8º, sob olhares  curiosos. A neve branca brilhava no chão. 9 horas, pensou. Suas seguintes opções eram:

a) Ir de ônibus
b)Ir a pé
c)Falar com Catnip

Optou pela c). Quando chegou na casa da única pessoa com a qual não era calculista, bateu na porta. A loira dos olhos verdes abriu a porta, e levou um susto.

-Crendeuspai, Hezza! Por que você está assim?
-Preciso de sua ajuda, Catnip.
-Entre, entre!
-A loira deu espaço para a amiga passar e, sem querer, sua perna fez um clang estranho na porta. Estava ferrada. Hezzalya virou-se, mas logo ignorou.

A loira demorou a explicar tudo, desde a história de sua mãe até o Acampamento.

-... e é isso. Preciso que você me leve para Long Island.- Gholf terminou, e viu os olhos de sua amiga adquirirem um verde mais intenso. Seus dentes afiaram.- Cat?- perguntou.-Você está bem?

-Sim, muito bem.-Com isso, a ruiva tacou-se em cima da amiga, e quase a feriu com os dentes no pescoço.-Mas só estarei ok se me alimentar de semideus!

Os minutos a seguir foram causas de vida ou morte. Hezzalya lembrou-se daquele mito grego sobre empousai, que deu origem aos vampiros. Ela saiu do sofá sem se dar conta que estava vestindo uma capa. Catnip se jogou novamente sobre ela. Desviou do ataque rapidamente, por causa de seu déficit de atenção. A empousa foi novamente em sua direção, quebrando em mil pedacinhos um vaso chinês. Ela cravou as presas no antebraço esquerdo de Hezzalya, e a mesma urrou de dor. Lançou dez discos de neve no peito da ex-amiga. Ela se desfez em pó.

Saiu correndo da casa. Pôs se a correr com toda sua velocidade. Mais ou menos uma hora e meia de ônibus, pensou.

Chegou no ponto mais rápido do que esperava. Por sua sorte, o ônibus 445, Long Island, já estava lá. Entrou e nem pagou. oi só lançar dois discos de neve na direção do motorista, que ele a deixou entrar. Se sentou no último banco. A neve estava acumulada nas varandas e janelas. Adormeceu, ignorando a dor lancinante em seu antebraço esquerdo.

                                                           ***

Acordou já em Long Island. Saiu, e avistou uma floresta. Entrou nela. O ônibus saiu em disparada, cantando pneu. Logo no início da floresta, ela avistou um portal com ACAMPAMENTO MEIO-SANGUE escrito em grego. Passou pelo mesmo, e desmaiou.

Acordou numa enfermaria. Deduziu que fosse isso, porque pessoas estavam enfaixando braços, dando remédios e fazendo curativos. Viu que seu braço estava enfaixado. Também avistou um floco de neve luminoso acima de sua cabeça. Um centauro, que se apresentou como Quíron, estava em pé. Apenas disse:

-Bem vinda, prole de Quione.


Hezzalya Gholf
I can control the snow. You don't. Stay with this, bitch!
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Última edição por Hezzalya Gholf em Dom Set 14, 2014 7:06 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Esqueci de por a assinatura.)
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Nike em Seg Set 15, 2014 6:28 pm

Att,bem vinda,prole de Quione.
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Re: Fichas de Reclamação

Mensagem por Hayley M. Stronghold em Sex Out 17, 2014 12:39 am

Ficha de Reclamação

♠ Nome do Personagem: Hayley Michaella Stronghold
♠ Nome do Photoplayer: Zooey Deschanel
♠ Progenitor: Tânatos
♠ Idade: 18 Anos
♠ Personalidade: “Sou um ser pútrido como uma ferida infeccionada, um beco onde crianças inocentes são estupradas e mortas, uma mente que só tem pulsão de morte, sou um abismo devorador de almas, sou suja, fétida, nojenta, sou toda a podridão das ruas que vão parar no fundo do rio. Eu contamino mentes, destinos, lugares; destruo vidas que tinha chances de dar certo, eu nunca dei certo e nem errado, eu sempre fui meio termo, meio lá no caos, meio lá no inferno de almas corrompidas. Eu olho o fogo e sinto calmamente ele queimar minhas vísceras, sem medo algum, minhas retinas são mortas não esboçam sentimentos. Trago a morte implícita no rosto, sou um ser vago como uma noite sem estrelas. Fui constituída do caos, da dor, das rejeições e proibições do mundo. Não tinha memória nenhuma de afeto positivo, nasci pronta para morrer e jamais senti o gosto da vida. Um ser de alma escura, onde nem a luz do sol chegava, tenho uma camada de desafeto que impede que qualquer coisa boa entre em meu corpo. O mundo sempre foi insensível e ríspido comigo, então não aprendi a ser diferente. Sou esposa da dor e amante da solidão. Personalidade absurdamente negra.”
♠ Características Físicas: Consideravelmente alta e com o corpo muito bem distribuído. Não é avantajada como a maioria das mulheres, porém o pouco que tem é o suficiente para fazer de Hayley uma preciosidade. Cabelos enegrecidos, entretanto o negro não é constante pois ela sempre está tingindo os cabelos. Olhos profundos e lábios carnudos, expressão ríspida naturalmente. Beleza inquestionável.
♠ Escolha dois presentes de reclamação: Jaqueta da Invisibilidade & Foice de Ferro Estígio
♠ Narre como chegou ao Acampamento: Uma criança que perdeu a vida ainda no útero de sua mãe, e sobrevivia oscilando entre a vida e a morte. Era um caso perdido. O que restava para a família era a desgraça de ter um feto morto antes mesmo de seu nascimento. Yulia e Dmitrii, em um ato desesperador e inconsciente, clamaram ajuda à um demônio, ocultamente Yulia clamou a ajuda do verdadeiro pai de Hayley: Tânatos, o deus da morte. Dando-lhe a sua vida pelo feto vivo. Em exatos dois minutos para meia-noite Yulia voltava a sentir dores do parto, sozinha, em frente a um riacho. De águas límpidas o sangue se fez presente e do desespero um bebê nasceu. Yulia a tomou nos braços e ergueu-a, aos prantos. Não aconteceu como o acordo. Eis que os olhos da pequena enegreceram-se e por fim o choro tão esperado ecoou no riacho. A criança cresceu saudável e com mais vida do que muitos. O nome que lhe fora dado era Hayley. Mulher de personalidade absurdamente negra, assim como seu interior fúnebre. Dmitrii havia falecido. Tânatos levou-o pela vida prometida de Yulia. A mulher ainda havia muito o que contar e fazer por sua filha. Yulia bobamente acreditou ter domínio sobre a pequena, esqueceu-se que ao ofertar/entregar a alma/o corpo desta para Tânatos, ela já não a pertencia desde o primeiro choro. Seus poderes e sua força fora aparecendo conforme os anos se passavam. Agora adulta e imbátivel, princesa do fogo. Deusa magnífica de tortuosas trilhas em sua lúgubre mente repleta de segredos melindrosos. Treinada para matar. Criada para destruir. Guardiã de um legado envolto ao reino dos mortos. Ceifeira. Hayley era a filha da morte.

[...]

Essa que vos olha dentre todos é a lástima e o riso do abismo. Nomeada Hayley, um nome visivelmente diferente e forte por detrás toda uma história com fragmentos malignos em meio a poucos vestígios de felicidade. Permitira-se pertencer a um mundo deveras perigoso, sanguinário e devorador. As vidas pertencentes a ela eram demolidas e remodeladas, semelhava-se aos ceifeiros, admirava-os entretanto com suas asas negras roubando esperanças, chances, vidas, almas. Revigorada sentia-se entre a escuridão assombrosa, as vozes, os espíritos, a dor, a morte. Tateou os bolsos do sobretudo a procura de seu maço de cigarros e isqueiro, com nenhum motivo para aumentar os passos demasiadamente, Hayley parou e procurou o que queria com mais calma. Levou o cigarro aos lábios e a chama fez seus olhos brilharem, refletindo a ponta do cigarro que logo foi aceso. ─ Ora, ora… a senhora está aí. ─ Disse com o timbre medianamente grave e rouco. Tragou. ─ Conte-me a verdade. ─ Pediu. Era o momento dos esclarecimentos. Hayley estava confusa sobre a habilidade que possuía com uma foice. Não só. Mas a habilidade oculta que possuía em trazer o medo aos que a rodeavam. Expressões faciais não lhe eram convincentes. ─ Teu pai, digo, progenitor real, é um deus. E tu é uma semideusa. Orgulhe-se. Entretanto este é Tânatos. O conhece das histórias mitológicas, Hayley. ─ Dizia Yulia como receio pela reação da filha. ─ Meu… pai é o deus da morte? Mas como? ─ Indagou. ─ Apenas ouça. Tu tens que ir para o acampamento meio-sangue. Lá estará segura. Lá ele estará olhando por ti. Criei-te até aqui pois consegui concluir a missão dada por teu pai. Mas agora é a vez dele. Tu corre perigo e não pode mais continuar exposta. Pegue tuas coisas, armas e vá. Aqui está o caminho. A levarei até determinado ponto, após não posso pois correrei perigo. Tu saberá o que fazer. ─ Yulia explicou e entregou-a uma foice e uma corrente. Sabia que Hayley era melhor com brigas/lutas cara a cara. E assim a jovem fez.
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Re: Fichas de Reclamação

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